--- Image caption ---

Conferência Económica Africana  2021: "Financiar o desenvolvimento de África pós-COVID-19 ". A Conferência é a principal reunião económica anual organizada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o Banco Africano de Desenvolvimento e a Comissão Económica das Nações Unidas para a África. De 2-4 de Dezembro de 2021 na Ilha do Sal, Cabo Verde, e virtualmente (conferência híbrida).

Nova York / Addis Ababa / Abidjan - Chefes de Estado, ministros, líderes do setor privado, atores do desenvolvimento, académicos e pesquisadores africanos reúnem-se na ilha do Sal, Cabo Verde, de 2 a 4 de dezembro na Conferência Económica Africana de 2021, que decorre sob o tema “Financiar o desenvolvimento da África pós-COVID-19”.
A recuperação e a aceleração do desenvolvimento na África serão o foco para vários debates durante o principal evento económico deste ano.
Durante três dias, os líderes africanos, gestores de projeto, especialistas em tecnologias avançadas e economistas discutirão opções inovadoras e sustentáveis para o financiamento do desenvolvimento da África no pós-COVID. Os participantes irão falar sobre a reinventação dos mecanismos de financiamento do desenvolvimento, debater a reforma dos sistemas financeiros africanos para enfrentar os desafios do desenvolvimento e determinar se a África está à beira de uma nova crise da dívida.
Artigos de pesquisadores eminentes, selecionados através de um concurso público, irão fornecer ideias inovadoras para mobilizar recursos públicos e privados nacionais na era da revolução digital, fortalecendo a posição da África no sistema financeiro internacional; examinar o papel dos bancos públicos de desenvolvimento, explorar soluções de finanças sustentáveis, a integração regional e o papel da rede de segurança financeira global, bem como opções de política para gerenciar a volatilidade nos fluxos de capital, reformas regulatórias financeiras e o papel dos riscos climáticos.
A crise da COVID-19 exacerbou a pressão e os desafios do financiamento do desenvolvimento em África, tornando as finanças públicas mais frágeis, a dívida insustentável e causando a retração do investimento direto estrangeiro. Em todo o continente, a crise COVID-19 empurrou mais de 30 milhões de pessoas para a pobreza extrema e a viver com menos de 1 dolar por dia. Para combater esses efeitos negativos, os governos do continente anunciaram pacotes de estímulo fiscal que custam entre cerca de 0,02% do PIB e cerca de 10,4% do PIB. Embora sejam intervenções vitais, os governos africanos requerem um financiamento bruto adicional significativo para atender a essas necessidades em 2022. Esses requisitos de financiamento bruto excedem o limite crítico de 15% do PIB para a maioria dos países.
O acesso aos mercados de capitais internacionais - uma fonte crescente de financiamento da dívida para muitos países africanos - diminuiu à medida que a perceção de risco dos investidores aumentou. A fuga de capitais da África, estimada em mais de 90 bilhões de dólares, desde janeiro de 2020, e a aversão ao risco do investidor causaram movimentos voláteis no mercado. As condições de financiamento globais mais rígidas tornam mais onerosa, para os governos, a obtenção do financiamento de que precisam para se recuperar da pandemia e refinanciar dívidas vencidas. Prevê-se que as fontes domésticas de financiamento, como receitas fiscais e não fiscais, que já eram modestas, se contraiam à medida que o PIB diminui e as exportações e importações continuam a diminuir. O choque de oferta e demanda causado pela pandemia da COVID-19 teve um impacto direto nas receitas de muitos governos africanos devido à redução das receitas de exportação e ao declínio das receitas fiscais internas.


As inscrições para jornalistas e outros profissionais da mídia estão abertas para a participação física ou virtual:
• Cadastre-se no bit.ly/AfricanEcon2021
• Escrever para eve.sabbagh@undp.org


Para mais informações e solicitações de entrevistas, entre em contato:


Eve Sabbagh, Especialista em comunicação estratégica, PNUD, eve.sabbagh@undp.org, +1-484-9045730


Sophia Denekew, Relações com a mídia, CEA, denekews.uneca@un.org, +251-911-19-76-96


Emeka Anuforo, Departamento de Comunicação e Relações Externas, Banco Africano de Desenvolvimento, e.anuforo@afdb.org


###


Sobre o PNUD
O PNUD é a principal agência das Nações Unidas que luta contra a injustiça da pobreza, contra as desigualdades e as mudanças climáticas. Trabalhando com uma vasta rede de especialistas e parceiros em 170 países, ajudando os países a desenvolver soluções integradas e sustentáveis para as pessoas e o planeta.
Para saber mais, visite undp.org ou siga-nos na conta @UNDP.


Sobre o Banco Africano de Desenvolvimento
O Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento da África. É composto por três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento, o Fundo Africano de Desenvolvimento e o Fundo Fiduciário da Nigéria. Presente em 41 países africanos e com escritório de campo no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social de seus 54 estados membros regionais.


Sobre a Comissão Económica para a África
Criada pelo Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) em 1958 como uma das cinco comissões regionais das Nações Unidas, a Comissão Económica das Nações Unidas para a África (CEA) tem o mandato de promover o desenvolvimento económico e social, a integração intrarregional e a promoção da cooperação internacional para o desenvolvimento de África. A CEA é composta por 54 estados membros e desempenha um papel duplo como braço regional da ONU e como componente chave do panorama institucional africana.


Para mais informações, visite: www.uneca.org

PNUD PNUD no mundo

Você está em PNUD São Tomé e Príncipe 
Ir a PNUD Global

A

Afeganistão

Á

África do Sul

A

Albânia Angola Arábia Saudita Argélia Argentina Armênia Azerbaijão

B

Bahrein Bangladesh Barbados Belize Benim Bielorrússia Bolívia Bósnia e Herzegovina Botsuana Brasil Burkina Faso Burundi Butão

C

Cabo Verde Camarões Camboja Casaquistão Chade Chile China Chipre Colômbia Comores Costa do Marfim Costa Rica Cuba

D

Djibouti

E

Egito El Salvador Equador Eritréia Escritório do Pacífico Essuatíni Etiópia

F

Filipinas

G

Gabão Gâmbia Gana Geórgia Guatemala Guiana Guiné Guiné-Bissau Guiné Equatorial

H

Haiti Honduras

I

Iêmen Ilhas Maurício e Seychelles

Í

Índia

I

Indonésia Irã

J

Jamaica Jordânia

K

Kosovo Kuwait

L

Lesoto Líbano Libéria Líbia

M

Macedônia do Norte Madagascar Malásia Malauí Maldivas Mali Marrocos Mauritânia México Moçambique Moldova Mongólia Montenegro Myanmar

N

Namíbia Nepal Nicarágua Níger Nigéria

P

Panamá Papua Nova Guiné Paquistão Paraguai PDR do Laos Peru Programa de Assistência ao Povo Palestino

Q

Quênia Quirguistão

R

República Centro-Africana República Democrática do Congo República do Congo República do Iraque República Dominicana República Popular Democrática da Coreia Ruanda

S

Samoa (Escritório Multi-País) São Tomé e Príncipe Senegal Serra Leoa Sérvia Síria Somália Sri Lanka Sudão Sudão do Sul Suriname

T

Tailândia Tajiquistão Tanzânia Timor-Leste Togo Trinidad e Tobago Tucormenistão Tunísia Turquia

U

Ucrânia Uganda Uruguai Uzbequistão

V

Venezuela Vietnã

Z

Zâmbia Zimbábue