Foto: Edlena Barros

Há alguns anos, Jaksimila da Trindade ficou viúva e com três filhos pequenos para sustentar sozinha. Viu na criação de um pequeno negócio a solução para colocar comida na mesa e cuidar das necessidades dos filhos. Costureira, artesã Jaksimila produz sacas, brincos e colares com tecido africano. Ela é uma das mais de 200 mulheres que participam da formação em gestão de pequenos negócios que está a ser ministrada no âmbito do Projecto conjunto das Nações Unidas em São Tomé e Príncipe (PNUD, Unicef e OIT) intitulado Muala +.

Conheça mais dos desafios desta batalhadora que tenta fazer vencer o seu pequeno negócio.

"Eu vendo os meus produtos no ateliê do meu atual marido “rastafá deign”. No entanto com essa pandemia o número de clientes, na sua maioria turistas, diminuiu radicalmente. Mas eu não deixei de trabalhar, usei esses mesmos tecidos africanos para produzir máscaras e com o dinheiro comprei mais materiais que precisava (tecido, elásticos, entretelas) para produzir mais máscaras para vender. Mas negócio está fraco e tive de arranjar outra forma de ganhar dinheiro até quando voltarmos a ter mais turistas para comparem os meus produtos. Por isso também comecei a vender fardo. Tem dado lucro, eu consigo tirar “a mãe do dinheiro” e o lucro eu guardo. Por exemplo se eu comprar uma carga agora e as vendas não forem boas eu já tenho dinheiro para comprar novo produto para ajudar aquele que não vendeu bem.

Com essa formação estou a aprender como melhor fazer a gestão do meu negócio, guardar o lucro, como manusear o dinheiro para conseguir comprar materiais, não podemos gastar todo dinheiro, temos de ter algum dinheiro guardado para pagar qualquer despesa que possa surgir no futuro. E quero melhorar meu negócio, encontrar financiamento para comprar uma máquina industrial e assim melhorar a qualidade do meu trabalho. Com essa formação eu sei que vou conseguir economizar.  E também estou a construir uma casa grande para os meus filhos, por isso eu tenho que fazer negócio dar certo.”

 

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