Foto: Edlena Barros

Inês Rodrigues é bioquímica e especialista em Saúde Pública e está desde outubro de 2020 em São Tomé e Príncipe a trabalhar como Voluntária Internacional das Nações Unidas. Desde a sua chegada ao país Inês integrou a equipa do Laboratório Nacional de referência de São Tomé e Príncipe. Diariamente tem sido responsável por dar suporte aos técnicos do laboratório à COVID-19 e também “apoio aos técnicos na colheita e análise de amostras de SARS COV 2 e de outras patologias como tuberculose e HIV”.

O apoio prestado por esta voluntária vai muito além da análise de amostras. Rosa Neto, responsável pelo Laboratório afirma que estão a aproveitar todo o know-how da Dra. Inês no laboratório.

“Ela tem estado a apoiar-nos desde a parte administrativa, na gestão do laboratório, no stock e também a melhorar a gestão da qualidade dos serviços. Uma vez que precisamos de técnicos em todas essas valências e a presença dela aqui é uma mais valia e vai ajudar-nos a conseguir melhorar o nosso desempenho”, afirmou Rosa Neto.

Inês Rodrigues é parte de um grupo de seis especialistas Voluntários das Nações Unidas contratados pelo PNUD, com o apoio da Agência Francesa de Desenvolvimento, para apoiar São Tomé e Príncipe no combate à pandemia da COVID-19.

A vinda destes profissionais surge após o pedido feito pelo Governo santomense para que vários especialistas pudessem apoiar na luta contra a COVID-19 no arquipélago.  Adérito Santana, Assistente da Representante Residente do PNUD para Programas, reafirmou que este apoio é parte do compromisso assumido pela instituição para “continuar a apoiar o país e o Ministério da Saúde durante este período”.

A análise laboratorial para a rápida e correta identificação de casos positivos de COVID-19 faz toda a diferença no combate a esta pandemia. Por isso Inês aceitou o desafio de vir trabalhar em São Tomé e Príncipe.

“Tendo em conta a minha formação de base a importância da parte laboratorial nesta pandemia, achei que poderia dar a minha contribuição com as experiências que já tive”, disse Inês.

Ao todo, cada um dos especialistas ficará no país por um período de seis meses podendo dar o seu contributo em vários sectores do ministério da Saúde, onde a sua ajuda for necessária.

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