Foto: Edlena Barros

Cerca de 3000 pescadores em todo o país receberam aparelhos de rádios solares ofertados no âmbito do projeto Sistema de Alerta precoce. Os rádios visam garantir que os pescadores, mesmo em alto mar, possam ouvir as notícias, receber alertas climáticos e as informações meteorológicas atualizadas.

Os aparelhos podem ser recarregados com a luz solar e também são acumuladoras de energia para recarregar telemóveis. Vantagens que combinadas, podem fazer a diferença e salvar vidas.

Vicente Evaristo é um dos pescadores que beneficiaram do rádio recebido. Nesta faina há mais de 43 anos, Vicente fala das facilidades que hoje o pescador tem acesso, como o GPS, que lhes permite pescar mais tranquilamente.

“Podemos ir pescar mais distante e voltar com segurança”, disse ele. Agora com o rádio recebido, ganhou mais um instrumento para enfrentar o mar com mais tranquilidade.

“Muitas vezes eu escuto rádio para ouvir o que a meteorologia diz antes de ir à pesca, mas nem sempre a energia ajudava. Com esse radio, além de poder ouvir sempre, eu também posso levar comigo e isso já ajuda muito”, acrescentou.

O projeto Sistema de Alerta Precoce foi financiado pelo GEF/PNUD e teve por objetivo, reforçar as capacidades nacionais para gerar e usar informações climáticas na planificação e gestão de riscos induzidos pelo clima.

Com os dados recolhidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia e pela Direção-geral dos Recursos Naturais e Energia, o CONPREC produz diariamente informações sobre o clima e as envia para que todos os pescadores possam planear melhor a sua ida ao mar.

Durante os 4 anos de implementação do projeto, foram instaladas 28 estações hidrometeorológicas para que os técnicos do INM e da DGRNE sejam hoje capazes de prever rapidamente, o estado do tempo e dos rios em vários pontos do país.

Em complemento, os técnicos nacionais foram formados para manusear e tirar proveito desta nova tecnologia que traz maior rapidez e eficácia na previsão hidrometeorológicas que anteriormente era feita de forma manual.

Até final do mês, técnicos da ONG MARAPA vão estar no terreno a distribuir os rádios, priorizando, os pescadores na vida ativa e aqueles que vão além da costa.

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